25 / 10 / 2017 - as 11:37
BRASÍLIA: Plenário da Câmara vota denúncia contra Temer e ministros

A avenida de acesso principal à Câmara dos Deputados, a Alameda das Bandeiras foi fechada por cones da Polícia Militar nesta quarta-feira (25) para a votação da denúncia contra o presidente Michel Temer e outros ministros do governo na Câmara dos Deputados. A entrada pela chapelaria também foi barrada.

A Polícia Militar informou que haverá reforço no efetivo para acompanhar a sessão, prevista para começar às 9h. No entanto, a corporação afirmou que não poderia passar o efetivo total a ser destacado por questões de segurança.

Até a última atualização desta reportagem, a PM dizia que estava "tudo tranquilo" no local. Apesar da restrição de circulação, os bloqueios não afetaram o trânsito no Eixo Monumental.

Nesta quarta, os deputados decidem se dão prosseguimento às acusações da Procuradoria Geral da República (PGR) contra Temer, que envolvem os crimes obstrução de Justiça e organização criminosa.

Para que a denúncia siga adiante, é necessário o aval de ao menos 342 dos 513 deputados. Ou seja, é preciso que 342 parlamentares votem contra o parecer de Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, recomendando a rejeição da denúncia.

Saiba como será a votação na Câmara 

Os deputados federais se reunirão nesta quarta-feira (25), no plenário da Câmara, para decidir se autorizam o Supremo Tribunal Federal (STF) a processar o presidente Michel Temer e os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral), denunciados pela Procuradoria Geral da República (PGR).

O parecer do deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, recomenda a rejeição da denúncia.

No entanto, as acusações precisam ser analisadas pelo plenário da Casa, que tem a palavra final.

Para que a denúncia siga adiante, é necessário o aval de ao menos 342 dos 513 deputados. Ou seja, é preciso que 342 parlamentares votem contra o parecer de Andrada.

Fonte: G1

 

 



   



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