08 / 12 / 2017 - as 11:43

Após se reunir ontem (7) com o presidente Michel Temer, o líder do governo na Câmara, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), disse que a reforma da Previdência deverá ser colocada em votação na Casa no dia 18 de dezembro. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/16, que modifica regras do sistema previdenciário, precisa do apoio de pelo menos 308 votos, em dois turnos, para ser aprovada.

Segundo Ribeiro, se a matéria for aprovada em primeiro turno, a ideia é votar o segundo turno ainda antes do recesso parlamentar, que se inicia no dia 23 de dezembro. A votação no Senado ficaria para o ano que vem.

Inicialmente, a previsão do governo e da base aliada era votar a proposta já na semana que vem. De acordo com Ribeiro, a decisão de adiar a votação foi feita por "prudência" e com o objetivo de se consolidar o apoio e os votos necessários para a aprovação da reforma. O governo sabe que ainda não dispõe dos votos que precisa e quer ter uma margem de pelo menos 320 deputados favoráveis à matéria.

Segundo o líder, nos próximos dias o governo e lideranças aliadas vão intensificar o trabalho de convencimento dos deputados, mostrando a importância da mudança nas regras previdenciárias, "desmistificando" as dúvidas e críticas ao texto para alcançar o mínimo de votos necessário à aprovação.

“Foi feita uma avaliação de que nós devemos ter mais uma semana para melhorarmos ainda mais o ambiente, que já melhorou, mas precisamos avançar para conquistar ainda mais os votos necessários à aprovação da reforma. Nós, com o esclarecimento, vamos conseguir os votos, desmentindo as inverdades que são dirigidas à reforma da Previdência", afirmou.

Também participaram do encontro, no Palácio do Planalto, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, os líderes do DEM, Efraim Filho (PB), do PP, Arthur Lira (AL), do PRB, Cleber Verde (MA), e o deputado Beto Mansur (PRB-SP), um dos principais articuladores do governo na Casa.

Ribeiro disse ser preciso esclarecer que a reforma não retirará direito dos aposentados e não vai endurecer as regras para os trabalhadores rurais. Ele não quis citar os números atuais da planilha em que o governo contabiliza os votos dos deputados que já apoiam a reforma, mas  afirmou que a "meta de segurança" é ter mais de 320 votos para colocar o texto em votação no plenário. "Nós estamos, se fosse numa campanha política, numa crescente, em um ambiente que vem melhorando a cada dia", disse.

Sobre a liberação de emendas e outros pedidos para convencer os parlamentares a votar a favor da PEC, Ribeiro justificou que a execução orçamentária faz parte do calendário. Ele defendeu que a economia está se recuperando e que a aprovação da reforma da Previdência é essencial para que o Brasil continue nessa perspectiva.

"[Há uma] conjunção [de fatores], exatamente pela perspectiva de poder aprovar a Previdência. Porque, se não aprovarmos, ninguém também pense que teremos recursos para enfrentarmos investimentos no país. No momento, por exemplo, que os prefeitos brasileiros têm dificuldades para fechar o caixa para pagar o 13º dos seus funcionários, o presidente acenou com liberação de R$ 2 bilhões para fazer com que a economia também ande”, disse.

Fonte: Agência Brasil

 


28 / 11 / 2017 - as 14:21

A prefeitura de Campo Maior vai receber no próximo mês de dezembro cerca de R$ 475 mil reais de repasses do governo federal. Além da cidade, pelo menos 19 municípios da região dos carnaubais também vão receber os incentivos, compreendendo um valor de quase 4 milhões de reais.

A ajuda veio em boa hora e está sendo comemorado pelos prefeitos que estão enfrentando grandes dificuldades para fechar as contas no final de ano.

Confira abaixo o valor dos repasses de cada município:

BOA HORA – R$ 142.768,07

BOQUEIRÃO DO PIAUÍ – R$ 142.768,07

CABECEIRAS DO PIAUÍ – R$ 190.357,43

CAMPO MAIOR – R$ 475.893,58

CAPITÃO DE CAMPOS – R$ 190.357,43

CASTELO – R$ 285.536,15

COCAL DE TELHA – R$ 142.768,07

JATOBÁ DO PIAUÍ – R$ 142.768,07

JOSÉ DE FREITAS – 428.304,22

JUAZEIRO DO PIAUÍ – R$ 142.768,07

NOSSA SENHORA DE NAZARÉ – R$ 142.768,07

NOVO SANTO ANTONIO – R$ 142.768,07

SÃO MIGUEL DO TAPUIO R$ 285.536,15

SIGEFREDO PACHECO – R$ 142.768,07

BOQUEIRÃO DO PIAUÍ – R$ 142.768,07

ASSUNÇÃO – R$ 142.768,07

BURITI DOS MONTES – R$ 142.768,07

COIVARAS – R$ 142.768,07

SÃO JOÃO DA SERRA – R$ 142.768,07 

 
 

25 / 11 / 2017 - as 11:14

Declaração foi feita durante a solenidade de inauguração da UTI do Hospital Regional Justino Luz na última segunda feira.

O governado o Wellington Dias (PT) defendeu na última segunda feira (20), durante visita a Picos, aprovação da regra de abuso de autoridade. Foi durante discurso proferido na inauguração da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulto do Hospital Regional Justino Luz, quando lamentava os efeitos negativos da paralização da obra da Rodovia Transnordestina.

“Essa obra passou dois anos paralisada, deixando quatro mil e 500 pessoas desempregadas e um bilhão de reais a mais para poder se retomar a obra. Quem é que vai pagar por isso? Portanto, eu defendo a provação da regra do abuso de autoridade, pois acho que tem autoridade cometendo abuso. Como é que alguém pode ser contra regra de abuso? questionou.

Wellington Dias (PT) explicou, no entanto, a sua posição em relação ao projeto. “Não estou falando de permitir qualquer tipo de falcatrua ou de corrupção, estou falando de abuso e isso da Rodovia Transnordestina, em minha opinião, é claro abuso. Alguém sem nenhum estudo , sem qualquer prova, mandar paralisar uma obra ”-criticou.

Segundo o governador, é necessário ter alguém que cuide daquilo que é coletivo. Para isso existe o Estado, Município, a União, as instituições públicas para cuidar do que pertence a população, porque o povo é quem paga para que isso possa e pagar outros para poder controlar. No entanto não é razoável que em nome do controle se tenha uma paralisação.

“Estou dizendo isso porque Picos é a principal vitima dessa burocracia que nós temos no Brasil. Tá ai esse hospital que foi lembrado aqui, o Assis [Carvalho] ainda era secretário [De saúde], eu era governador lá atrás. A gente começa a obra, Wilson Martins prossegue e não consegue terminar. Estou falando do hospital”, desabafou o governador Wellington Dias.

Novo hospital de Picos

Projetado para atender cerca de meio milhão de pessoas em 60 municípios da região o novo hospital regional de Picos nunca saiu do papel. As obras foram iniciadas em 210, paralisadas várias vezes e hoje o local se encontra abandonada. Os recursos para a construção do novo hospital são de emenda parlamentar do deputado Assis Carvalho (PT) no de R$ 34,6 milhões, com contrapartida de 17 milhões do Governo do Estado. A prefeitura Picos contribuiu com a doação do terreno.

O projeto original prevê 260 leitos de enfermaria, 24 leitos de UTI adulto, central de processamento de resíduos, auditório 150 lugares, refeitório e biblioteca. A unidade de saúde também funcionaria como escola para o curso de Medicina da Unidade Federal do Piauí, implantando no campus de Picos em 2016.

Fonte: GP1

 


19 / 11 / 2017 - as 12:01

Policiais da Delegacia de Homicídios conseguiram localizar e prender o suspeito da morte do estudante Elias Gomes dos Santos Júnior,14 anos, assassinado com uma facada no Parque da Cidade, zona Norte de Teresina. O latrocínio ocorreu na última sexta-feira (17). 

O suspeito identificado como Matheus Henrique Ferreira da Silva, 18 anos, foi preso no bairro Almeida em Timon-Ma, onde estava escondido desde o momento do crime. 

                                         Jovem Elias Júnior (vítima)

Elias Júnior saiu para ir à escola, mas não chegou ao destino. Segundo testemunhas, Elias estava na companhia de um colega de classe, quando os dois foram abordados por um assaltante. Apesar de ter entregado o celular, a vítima foi esfaqueada no peito.

O garoto foi socorrido e ainda chegou com vida ao Hospital da Primavera, mas não resistiu ao ferimento e morreu. 

A prisão foi realizada pela equipe do delegado Marcelo Leal. “Mais uma resposta célere e eficaz de forma satisfatória com de acordo com os anseios da sociedade piauiense”, destacou o coordenador da Delegacia de Homicídios, delegado Francisco Baretta. 

O suspeito foi encaminhado à Central de Flagrantes e deve passar  por audiência de custódia.

Com informações do Plantão Policial

 


05 / 11 / 2017 - as 15:22

O presidente da Associação Piauiense de Municípios (APPM), prefeito Gil Carlos Modesto (PT) confirmou que 90% das prefeituras estão sendo obrigadas a fazer demissões, devido a crise financeira.

Com queda nos repasses, principalmente para educação e saúde, os prefeitos adotam medidas amargas para evitar o atraso na folha de pagamento dos servidores municipais.

"Temos metade dos recursos da receita corrente líquida dos municípios comprometida", afirmou  Gil Carlos.

O corte ocorreu principalmente nos repasses dos programas do governo federal nas áreas de  saúde, educação e assistência social. 

"Os recursos são insuficientes para o custeio dos programas, às vezes insuficiente para a folha de pagamento. No Estado, 90% das prefeituras estão fazendo redução de despesas e um dos elementos trabalhados é a folha de pessoal de comissionados e contratados".

O presidente informou que o Fundo de Participação dos Municípios teve um incremento 6% até agosto. No entanto, ele ressalta que o aumento não atende as demandas que também sofreram reajuste. Entre os aumentos estão o piso do magistério, os reajustes na energia e combustíveis e outros itens.

Recursos insuficientes

Gil Carlos informou que as prefeituras recebem de auxílio para o transporte escolar não cobre um quatro das despesas que tem o município. "Recebe-se hoje no transporte escolar R$ 12,00 por aluno mês e gastamos R$ 120 por aluno mês. São João do Piauí, por exemplo, recebe R$ 11 mil e gasta R$ 90 mil. É uma disparidade". 

Outro item que o recurso não cobre é a merenda escolar e gastos com equipe do PSF (Programa Saúde da Família). A prefeitura recebe 6 centavos por refeição do estudante e gasta R$ 4,80. Já o PSF, o governo federal repassa R$ 13 mil por equipe e o município gasta R$ 40 mil para a manutenção da equipe do PSF. 

"A orientação que demos aos prefeitos é que é preciso economizar e a principal despesa é a folha de pagamento, portanto, é aonde se corta de maneira a ter mais resultados, mas não se pode comprometer os serviços essenciais".  


fonte:cidadeverde.com

 


28 / 10 / 2017 - as 10:58

O Hospital Sírio-Libanês informou no final da noite desta sexta-feira (27) que o presidente Michel Temer foi submetido a uma ressecção da próstata, cirurgia urológica para desobstrução do canal uretal. De acordo com nota divulgada pelo hospital, “a intervenção transcorreu sem intercorrências” e o presidente se recupera em uma unidade de terapia semi-intensiva.

Temer foi internado no Sírio-Libanês no início da noite com quadro de retenção urinária por hiperplasia benigna da próstata. O problema foi descoberto na quarta-feira (25), dia da votação da segunda denúncia contra ele na Câmara dos Deputados, quando o presidente foi internado no Hospital do Exército após sentir-se mal e foi constatada a obstrução urológica.

Ainda em Brasília, o presidente foi submetido a uma sondagem vesical, que consiste na introdução de um cateter através da uretra até a bexiga, com o objetivo de drenar a urina. O presidente passou a tarde de quarta-feira no hospital e, quando deixou o local, no início da noite, acenou para a imprensa e disse: “Estou bem”.

Encontro com Evo Morales

A agenda do presidente Temer prevê retorno a Brasília já na próxima segunda-feira (30), quando receberá o presidente da Bolívia, Evo Morales. Os dois presidentes se reunirão no Palácio do Planalto no fim da manhã, assinarão atos e, no início da tarde, Temer oferecerá um almoço ao presidente boliviano no Palácio do Itamaraty.

Fonte: Agência Brasil

 


28 / 10 / 2017 - as 10:53

Vinte governadores se reuniram nesta sexta-feira (27) em Rio Branco, no Acre, onde defenderem a criação de um sistema único de segurança para o Brasil. Foi o 1º Encontro voltado exclusivamente para debater a segurança e controle das fronteiras do país. Para o governador Wellington Dias, é o momento onde todos os chefes de Estados e a União estão nivelados para que se chegue a um acordo.

“O Brasil precisa e vai trabalhar para ter um sistema único de segurança e um fundo de financiamento, onde a fonte seria a tributação de jogos pelas internet ou a própria arrecadação com venda de bebidas alcoólicas. Ou seja, drogas legais podem servir para abastecer o fundo de segurança”, declarou Dias.

Outro ponto tocado no encontro foi a defesa das fronteiras do país. “Não é razoável que para cada tonelada de droga que a gente apreende nos estados, temos 9 que chegam ao consumidor e ao mesmo tempo entram armas e munição. É preciso fechar esse ralo. Precisamos ter uma política integrada com todos os recursos policiais”, disse o governador.

Os governadores querem que a União libere R$ 1,3 bilhão para que a política de integração da segurança do país seja efetivada. A cobrança é um dos pontos cobrados na Carta do Acre, assinada por todos os gestores. Eles querem ainda a liberação emergencial de recursos do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen), de até 75% do valor de R$ 900 milhões e, em 2018, de até 45% do total lançado no orçamento.

Com a verba, os governadores devem buscar o fortalecimento dos sistemas prisionais, visando à ampliação de presídios estaduais e federais e à integração das inteligências policiais, mediante a apresentação de projetos específicos ou por outras necessidades apontadas pelos estados.

Os governadores propõem ainda um maior envolvimento entre todos os poderes da República e o Ministério Público Federal para participar da discussão, sobre a atualização, revisão de leis, medidas penais e administrativas, com base nas propostas apresentadas pelos estados ao governo federal.

O documento será levado pelo Ministro Chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Sergio Etchegoyen, o Ministro da Justiça e Segurança Pública, Torquato Jardim, o Ministro da Defesa, Raul Jungmann, e o Ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, para Brasília, onde será analisado pelo Planalto.

Com informações da Agência Acre

 


25 / 10 / 2017 - as 11:37

A avenida de acesso principal à Câmara dos Deputados, a Alameda das Bandeiras foi fechada por cones da Polícia Militar nesta quarta-feira (25) para a votação da denúncia contra o presidente Michel Temer e outros ministros do governo na Câmara dos Deputados. A entrada pela chapelaria também foi barrada.

A Polícia Militar informou que haverá reforço no efetivo para acompanhar a sessão, prevista para começar às 9h. No entanto, a corporação afirmou que não poderia passar o efetivo total a ser destacado por questões de segurança.

Até a última atualização desta reportagem, a PM dizia que estava "tudo tranquilo" no local. Apesar da restrição de circulação, os bloqueios não afetaram o trânsito no Eixo Monumental.

Nesta quarta, os deputados decidem se dão prosseguimento às acusações da Procuradoria Geral da República (PGR) contra Temer, que envolvem os crimes obstrução de Justiça e organização criminosa.

Para que a denúncia siga adiante, é necessário o aval de ao menos 342 dos 513 deputados. Ou seja, é preciso que 342 parlamentares votem contra o parecer de Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, recomendando a rejeição da denúncia.

Saiba como será a votação na Câmara 

Os deputados federais se reunirão nesta quarta-feira (25), no plenário da Câmara, para decidir se autorizam o Supremo Tribunal Federal (STF) a processar o presidente Michel Temer e os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral), denunciados pela Procuradoria Geral da República (PGR).

O parecer do deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, recomenda a rejeição da denúncia.

No entanto, as acusações precisam ser analisadas pelo plenário da Casa, que tem a palavra final.

Para que a denúncia siga adiante, é necessário o aval de ao menos 342 dos 513 deputados. Ou seja, é preciso que 342 parlamentares votem contra o parecer de Andrada.

Fonte: G1

 

 



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