16 / 10 / 2018 - as 11:20

O Ibope divulgou nesta segunda-feira (15) o resultado da primeira pesquisa do instituto sobre o segundo turno da eleição presidencial. O levantamento foi realizado na sábado (13) e domingo (14), e tem margem de erro de 2 pontos, para mais ou para menos. Foram entrevistados: 2506 eleitores em 176 municípios.
 
Votos válidos
Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes:
 
Jair Bolsonaro (PSL): 59%Fernando Haddad (PT): 41%
 
Votos totais
Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:
 
Jair Bolsonaro (PSL): 52%Fernando Haddad (PT): 37%Em branco/nulo: 9%Não sabe: 2%
 
Registro no TSE: BR‐01112/2018
 
 
Fonte Portal Livre

11 / 10 / 2018 - as 09:51

FOLHAPRESS - Na primeira pesquisa do Datafolha sobre o segundo turno das eleições presidenciais, Jair Bolsonaro (PSL) tem ampla vantagem sobre Fernando Haddad (PT). O deputado tem 58% dos votos válidos, enquanto o ex-prefeito paulistano conta com o apoio de 42% dos ouvidos.

A contagem, que exclui os brancos, nulos e indecisos como a Justiça Eleitoral faz no dia da eleição, confirma a onda conservadora que quase deu a vitória em primeiro turno ao presidenciável do PSL.

No primeiro turno, Bolsonaro teve 46% dos votos válidos e Haddad, 29%.

O Datafolha ouviu 3.235 pessoas em 227 municípios nesta quarta (10). A margem de erro do levantamento, contratado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo, é de dois pontos para mais ou para menos.

Quando se leva em conta a intenção de voto total, os dois candidatos absorveram de forma uniforme o eleitorado deixado pelos outros postulantes que já decidiu quem apoiar. O deputado fluminense tem 49% dos votos totais, e havia conquistado 42% no primeiro turno. Já o petista registra 36% -no domingo passado, angariou 27%.

Brancos e nulos somam, segundo o Datafolha, 8%. Apenas 6% se declaram indecisos.

O voto de Bolsonaro está bastante distribuído pelo país. Como no primeiro turno, ele só perde regionalmente para Haddad no Nordeste, onde o petista tem 52% dos votos totais, contra 32% do capitão reformado do Exército.

Isso explica os acenos recentes de Bolsonaro para o eleitorado daquela região, que tem a maioria dos assistidos por programas de distribuição de renda. Nesta quarta, ele prometeu criar um 13º salário do Bolsa Família, e ele declarou em pronunciamento que o PT faz "terrorismo" contra nordestinos, dizendo que eles seriam segregados em um governo seu.

O deputado vence com folga na região mais populosa, o Sudeste: 55% a 32% dos votos totais. Seu melhor desempenho é no Sul, 60% a 26%, seguido pelo Centro-Oeste (59% a 27%). No Norte, vence por 51% a 40%.

Confirmando a tendência registrada ao longo da campanha, as mulheres dão menos apoio a Bolsonaro, 42% dos votos totais. Entre homens, ele atinge 57%. A equação é invertida na intenção de voto para Haddad: o petista tem 39% entre mulheres, empatando na margem com o deputado, e 33% do eleitorado masculino.

Pretendem votar no capitão reformado pessoas mais ricas (62% nos segmentos entre 5 e 10 salários mínimos e acima de 10) e escolarizadas (58% de quem tem ensino superior).

Haddad vai melhor no outro extremo, apoio de 44% de quem tem só o ensino fundamental e o mesmo índice entre os mais pobres (renda familiar média mensal até 2 salários mínimos).

O Datafolha comprova o apoio maciço a Bolsonaro entre os evangélicos, grupo privilegiado em suas manifestações e intenções programáticas. O deputado tem 60%, contra 26%, entre eles. Já entre os católicos, a disputa está em 46% a 40% para o capitão.

Também foi perguntado ao eleitor quando ele decidiu seu voto no primeiro turno. No dia do pleito, foram 12%, contra 9% em 2014. Na véspera, 6%, número igual ao da eleição presidencial passada. Já a decisão um mês antes de ir às urnas ocorreu para 63% -72% entre os bolsonaristas. Em 2014, o índice era de 67%.

Foram entrevistadas 3.235 pessoas em 227 municípios. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-00214/2018. O nível de confiança é de 95%.

 

 


08 / 10 / 2018 - as 13:23

A ex-secretária de Educação Rejane Dias (PT) foi a campeã de votos na corrida pela Câmara Federal no Piauí, obtendo mais de 136 mil. Outro candidato com expressiva votação foi o ex-secretário de Segurança Capitão Fábio Abreu, do Partido da República, que pela segunda eleição seguida obtém o respaldo da população para ocupar uma cadeira na Casa Legislativa. Na lista dos três mais votados aparece outro petista, Assis Carvalho, que mantém o seu mandato na Câmara e amplia o número de votos obtidos na comparação com 2014, quando foi o quinto colocado.
 
Das dez cadeiras para a Câmara a qual o Piauí tem direito, somente duas serão ocupadas por candidatos que não estavam na coligação encabeçada pelo governador Wellington Dias, no caso por Dr. Marina (PTC) e Átila Lira (PSB), que foi eleito por meio do coeficiente partidário.
Além do Partido dos Trabalhadores, o Progressistas também elegeu dois parlamentares, no caso, a deputada federal Iracema Portella, que obtém a reeleição e a vice-governadora Margarete Coelho, que desenvolveu um importante trabalho no Estado nos últimos quatro anos e se credenciou para assumir uma das cadeiras na Casa Legislativa.
 
Pela coligação 'A Vitória com a Força do Povo' ainda obtiveram a eleição: Flávio Nogueira (PDT), e Júlio César (PSD), que liderou a Frente Municipalista nos últimos anos, obtendo forte apoio de lideranças no interior do Piauí, carimbando sua permanência na Câmara Federal.
 
Como novidade na bancada federal piauiense aparece Marcos Aurélio Sampaio (MDB), que teve o importante apoio do presidente da Assembleia Legislativa Themístocles Filho durante a campanha eleitoral.
 
Fonte Portal Meio Norte

07 / 10 / 2018 - as 09:00

Hoje (7), cerca de 2,3 milhões de eleitores piauienses vão votar em todo o estado. Para que não haja dúvidas sobre horários, documentos necessários, o que pode e não pode no dia de escolher os novos representantes, aqui vai algumas informações que os eleitores precisam saber. 

O primeiro turno vai ocorrer em 7 de outubro de 2018. A votação começa às 8h e termina às 17h (horário de Brasília).

Quem vota

Os alfabetizados maiores de 18 e menores de 70 anos são, por lei, obrigados a votar. Para cidadãos entre 16 e 18 anos, analfabetos e maiores de 70 anos o voto é facultativo. 

Local de votação

É possível conferir seção, zona e endereço por diversos canais na internet. No site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o eleitor pode fazer a consulta inserindo o número do título de eleitor ou outros dados como nome completo, nome da mãe e data de nascimento. Para quem quiser usar as redes sociais, é possível solicitar a informação por meio das contas do TSE no Twitter (@TSEjusbr) e no Facebook Messenger (TSEJus). O público em geral, podem tirar dúvidas e receber informações, tanto pelo telefone 0800 007 9797 quanto pelo e-mail: disqueeleicoes@tre-pi.jus.br.
Documentos 

Para votar, o eleitor precisa apresentar ao mesário um documento oficial com foto (carteira de identidade, passaporte, carteira de motorista, certificado de reservista e carteira de trabalho). Não é obrigatório estar com o título eleitoral no momento da votação.

Como justificar

No dia da eleição

Se estiver em outra cidade, fora de seu domicílio eleitoral, e não puder votar, o eleitor deve justificar sua ausência em qualquer local de votação, das 8h às 17h de domingo, levando um documento oficial com foto, o título de eleitor ou o número do documento, e o formulário de justificativa eleitoral preenchido (o documento pode ser obtido gratuitamente nos cartórios eleitorais, nos postos de atendimento ao eleitor, na página do TSE, nas páginas dos tribunais regionais eleitorais (TREs) e, no dia do pleito, nos locais de votação ou de justificativa). 

Após a votação

O eleitor que não justificar a ausência nos dias de votação deve ir pessoalmente, em até 60 dias, a qualquer cartório eleitoral e levar o requerimento de justificativa pós-eleitoral preenchido. O processo também pode ser feito pela internet, por meio do Sistema Justifica. 

O que acontece se eu não justificar o voto?

Caso não vote e não justifique, o eleitor terá que pagar uma multa de R$ 3,51 para cada turno em que não comparecer às urnas e fica impossibilitado de participar de concursos, tirar passaporte, se matricular em escolas públicas e até obter crédito ou empréstimos até regularizar sua situação. Quem não justificar o voto por três eleições seguidas (cada turno conta como eleição) terá o título de eleitor cancelado.

O que pode e não pode fazer no dia da votação

O eleitor pode:

- Levar um papel com nome e número de candidatos, conhecido como cola
- Fazer manifestação individual e silenciosa de apoio ao partido e/ou candidato de sua preferência. Ou seja, o eleitor pode usar camiseta, bandeira, broche e adesivo, desde que esteja sozinho. Não são permitidas manifestações coletivas.

O eleitor não pode:

- Portar celulares, filmadoras, máquinas fotográficas ou qualquer instrumento que possa comprometer o sigilo do voto dentro da cabine eleitoral. O mesário pode reter esses aparelhos enquanto o eleitor vota e devolver posteriormente.
- Fazer carreata, comícios e passeatas após as 22h de sexta-feira (5).
- Fazer propaganda corpo a corpo, com entrega de bottons, adesivos e santinhos após a meia-noite de sexta-feira (5).
- Divulgar ou impulsionar novos conteúdos com fins de campanha eleitoral nas redes sociais.

Como denunciar infrações

Eleitores que presenciarem boca de urna, pedido de votos e entrega de santinhos, aglomeração de pessoas ou campanhas nas redes sociais no dia da votação, poderão fazer denúncias pelo aplicativo Pardal, disponível para Android e iOS. Nos sites do Tribunal Regional Eleitoral, do Ministério Público Federal e do Ministério Público Estadual, há links disponíveis para denúncia.

Ordem de votação + cola eleitoral

No primeiro turno das eleições 2018, o eleitor terá que digitar 19 números na urna eletrônica para escolher, nesta ordem, seus candidatos a deputado federal, deputado estadual, dois senadores, governador e presidente da República. Para facilitar, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recomenda e autoriza o uso de uma "cola" em papel com os dados dos candidatos. Celulares são proibidos na hora do voto.

Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida

O eleitor com deficiência ou mobilidade reduzida (permanente ou temporária) poderá contar com o auxílio de pessoa de sua confiança, ainda que não tenha feito o pedido antecipadamente ao juiz eleitoral.

Um alto número de votos bracos e nulos pode cancelar uma eleição?

Os votos nulos, assim como os brancos, não são computados como votos válidos, então sequer são contabilizados em um resultado eleitoral. Portanto, não causam o cancelamento de uma eleições, embora sirvam de manifestação de descontentamento do eleitor. 

Um alto número de abstenção pode causar a realização de uma nova eleição?

Não. Nesses casos, os eleitores que não compareceram para votar apenas perdem a oportunidade de escolher seus representantes.

Os votos brancos são direcionados para o candidato que está à frente na votação?

Não. Este mito surgiu com o antigo código eleitoral de 1965, que determinava que os brancos contassem para o quociente eleitoral. Isso fazia com que o quociente fosse mais alto, dificultando que legendas partidárias de menor expressão alcançassem o índice. A regra caiu com o código aprovado em 1997.

Posso votar duas vezes no mesmo candidato a senador?

Não. Se você escolher duas vezes o mesmo candidato, o segundo voto será considerado nulo.

O voto é anulado se o eleitor escolher candidato para apenas um cargo?

Não. É falsa a informação de que, se o eleitor escolher apenas o candidato a presidente, o voto não será contabilizado. Se a decisão for por anular ou votar em branco a deputado estadual, federal, senador e governador, esses votos não entrarão na conta dos válidos, mas para presidente, sim.

 

Fonte: TSE

 

 


04 / 10 / 2018 - as 13:28

O candidato a deputado Federal Flávio Nogueira e  candidato a deputado estadual Antônio Félix defendem incrementar o turismo e apoiar projetos que beneficiem a e região dos Carnaubais.


02 / 10 / 2018 - as 13:53

Nessa terça-feira, 02, a candidata a deputada estadual Jove Oliveira, PTB, foi entrevista pelo Apresentador Girleudo Silva no Programa Jornal Regional 2. Edição. Ela é Radialista e atua fortemente na imprensa de Piripiri. 
Nas últimas eleições foi candidata a prefeita e perdeu a eleição para o atual Prefeito por apenas 200 votos. Agora aparece bem em todas as pesquisas de vários institutos, os quais, trouxeram os números de forma espotânea.
Jove Oliveira disse que vai apresentar vários projetos na Assembléia Legislativa e entre eles o corte pela metade nos salários dos deputados estaduais.
Além disso quer ser um porta voz da classe dos Radialistas que segundo ela ainda ganham um salário inadequado para a importãncia desses profissionais.
Ela também disse que deseja está muito próxima das reivindicações dos municípios da região Norte do Piauí. "Sabemos que nós da região Norte somos carentes de vários serviços básicos e estaremos juntos nesse time para defendermos essa região tão importante para a economia do Piauí.
 

02 / 10 / 2018 - as 10:43

A partir desta terça-feira (02), eleitores não poderão mais ser presos, exceto em casos de flagrante delito, sentença criminal condenatória por crime inafiançável e desrespeito a salvo-conduto. O Código Eleitoral veda prisões desde cinco dias antes e até 48 horas depois do encerramento da eleição. 

"Não existe uma liberdade sem limite. A infração penal que motiva a prisão em flagrante está prevista na lei e o eleitor pode ser preso", alerta Josino Ribeiro, advogado eleitoral. 

A chamada imunidade eleitoral visa garantir a normalidade das eleições e se estende até o dia 09 de outubro. Se houver segundo turno, previsto para o dia 28 de outubro, a nova proibição de prisão para eleitores se inicia no dia 23 de outubro e se encerra às 17 horas do dia 30 de outubro.

As mesmas regras se aplicam aos candidatos desde o último dia 22.

 Fonte:cidadeverde.com

 

 


01 / 10 / 2018 - as 15:56

Nesta manhã Segunda - feira ,01, Governador  Wellington Dias,e  os canditados Paulo Martins, Assis Carvalho ,Elisângela Moura e Prefeito Professor Ribinha ,  fizeram uma caminhada pelo centro de Campo Maior, abraçando e sendo abraçados, falando e sendo ouvido.
 
 Faltam só seis dias para eleições 2018.
 
 


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