10 / 11 / 2017 - as 13:09

A Polícia Civil do Piauí, através de policiais da Delegacia de Homicídios, Tráfico de Drogas e Latrocínio de Parnaíba - DHTL, com apoio de policiais da Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio- DEPATRI, Delegacia da Mulher, Núcleo de Inteligência da Planície Litorânea, Delegacia de Buriti dos Lopes, Delegacia de Luís Correia, Delegacia de Cocal e Regional de Parnaíba realizaram na madrugada de hoje, (10), a operação NOWA HUTA, que visava cumprir mandados de prisão preventiva e busca e apreensão pelos crimes de homicídio e tráfico de drogas no bairro Cidade sem Deus em Parnaíba-PI.

 Na ocasião, foi dado cumprimento às prisões preventivas dos nacionais FRANCISCO WANDERSON CASTRO, vulgo “NENÉM”, 19 anos, e FRANCISCO WAGNER DO NASCIMENTO, vulgo “WAGUINHO”, 32 anos, pelo crime de homicídio contra o menor JOSÉ ARMANDO VIEIRA DE SOUZA, vulgo “THUCA”, 16 anos, fato ocorrido na data de 24/08/2017, no bairro Bebedouro nesta cidade de Parnaíba-PI. Durante as prisões FRANCISCO WANDERSON CASTRO confessou a autoria do citado homicídio e entregou a arma utilizada no crime. Também foram encontrados entorpecentes na residência deste, sendo autuado por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo.

Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão no mesmo bairro, onde funcionam vários pontos de venda de droga, sendo apreendidas dezenas de pedras de crack, mais de dois mil reais em dinheiro e outra arma de fogo (um revólver cal. 38, com várias munições). Foram presos em flagrante os nacionais MARIA LUA GOMES DE CARVALHO, 20 anos, DIEGO JOSÉ DOS SANTOS SOUSA, 25 anos, BISMARCK HELSINK DOS SANTOS SOUSA, 27 anos, e WILLIAM RICHELY GOMES, 28 anos.

Segundo as investigações o crime foi decorrente da disputa por pontos de venda de droga no bairro Cidade sem Deus, em Parnaíba-PI.

Com as referidas prisões, a DHTL, soluciona mais um homicídio nesta cidade, delimitando a autoria e a materialidade, além da motivação do homicídio praticado contra JOSÉ ARMANDO VIEIRA DE SOUZA, vulgo “THUCA” e a apreensão da arma utilizada para a consecução do crime. Também foram desarticulados vários pontos de venda de entorpecente no bairro Cidade sem Deus, em Parnaíba, considerado um dos mais críticos da cidade.

As diligências que resultaram nas  prisões são provenientes de investigações advindas de denúncias anônimas realizadas no formulário de denúncias da Delegacia Regional de Parnaíba que pode ser acessado no seguinte link: bit.ly/denunciapcphb

A Polícia Civil pede que a população continue ajudando com informações que possam auxiliar nas investigações de crimes ocorridos em toda a região.

 

Com informações Ascom Polícia Civil


08 / 11 / 2017 - as 11:38

A Polícia Federal realiza uma operação nesta quarta-feira (8) contra uma quadrilha suspeita de fraudar provas de concursos públicos e do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os policiais federais cumprem 36 mandados em seis cidades cearenses e nos estados do Piauí e Paraíba. Segundo a PF, os suspeitos recebiam até R$ 90 mil por um gabarito.

Estão sendo cumpridos 36 mandados, sendo 21 de busca e apreensão, 4 de prisão preventiva e 11 de condução coercitiva- quando o suspeito é levado para depor. Os mandados são cumpridos em Fortaleza, Juazeiro do Norte, Barbalha, Mauriti, Abaiara e Lavras da Mangabeira; além das cidades de São José de Piranhas e Cajazeiras, na Paraíba, e em Teresina, no estado do Piauí. O número de prisões ainda não foi divulgado pelo órgão.

De acordo com a Polícia Federal, os envolvidos fraudavam as provas violando os lacres de forma antecipada para ter acesso ao conteúdo dos exames. Com isso, os suspeitos utilizavam um candidato que já havia realizado a prova para repassar as repostas aos outros candidatos por meio de pontos eletrônicos. A suspeita é que a quadrilha tenha fraudado as provas do Enem dos anos de 2016 e 2017, segundo informou a PF.

Pagamento

A quadrilha recebia até R$ 90 mil de candidatos que buscam ingressar no curso de medicina, que, segundo as investigações, era o principal alvo do esquema. Os valores divididos em dois pagamentos: metade antes da prova e o restante depois de o candidato garantir a vaga.

Ao todo, 90 policiais federais participam da operação, nomeada de Adinamia. Os envolvidos poderão responder pelos crimes de de fraudes a processos seletivos e concursos públicos, organização criminosa e lavagem de dinheiro. As penas podem chegar a 10 anos de prisão.

"Esse tipo de fraude tem uma repercussão social de longo alcance, para além da questão criminal, por fraudar o esforço de candidatos honestos que estudam e buscam legitimamente o acesso aos cursos de nível superior e cargos públicos", informou, em 

Fonte: G1 CE

 


05 / 11 / 2017 - as 17:07

Dando continuidade à Operação Enem, iniciada na última terça-feira (31), policiais se reuniram na Secretaria de Segurança Pública na manhã deste domingo (05), para o briefing sobre o trabalho a ser realizado durante o dia.

Além das guarnições de rotina, 864 policiais civis e militares estão em equipes para o policiamento ostensivo nos locais de prova em Teresina e 31 municípios no interior.

Todas as ocorrências devem ser encaminhadas para o Centro Integrado de Comando e Controle, localizado na sede da SSP-PI.

 


03 / 11 / 2017 - as 11:34

Um tumulto ocorreu no presídio militar onde o capitão Alisson Wattson (que confessou o assassinato na namorada Camilla Abreu) está preso. O irmão do suspeito, que é major da PM, teria ido para uma visita em horário não permitido e foi barrado. O secretário de Segurança Pública do Estado do Piauí, Fábio Abreu, reforça que os procedimentos seguem o rigor da lei e não há regalias. 

A ida do familiar ao presídio ocorreu após boatos de que o capitão teria cometido suicídio. Para tentar entrar no presídio, o irmão do capitão teria sacado a arma.

"As redes sociais têm se sobressaído para o lado do mal. Houve muita exposição de fotos da jovem, que não eram delas, e mesmo que fossem, não deveriam ser divulgadas. Espalharam também boatos de que o capitão havia se suicidado e a família foi ao presídio confirmar. Provavelmente, a forma como o major chegou ao presídio gerou um problema (tumulto). Oficiais superiores de serviço logo resolveram só não permitiram o acesso porque isso não é permitido por lei", explica o secretário. 

Fábio Abreu ressalta que o capitão Alisson está em prisão especial devido a condição de militar. Contudo, ele frisa que não há regalias. 

"Ele está em um presídio militar, mas está sob a Lei de Execuções Penais. O que é para um preso na Irmão Guido e na Casa de Custódia funciona para ele também, como horário de visitas, acesso de advogados...todos os procedimentos são iguais. Ele está em um presídio; não em uma sala de Estado maior. Todos os rigores estão sendo tomados dentro da lei". 

Fábio Abreu acredita que o capitão investigado será expulso da corporação e que deve responder por homicídio qualificado pelo feminicídio o que eleva a pena para até 30 anos de prisão. 

"Estamos agindo com rigor em relação a punição e ao enquadramento. Os procedimentos administrativos da PM foram iniciados. O conselho de justificação já está apurando o caso e acredito que vai ensejar na expulsão dele da corporação. A Polícia Civil também está agindo de forma independente, como diz a lei. Não há por parte da Secretaria de Segurança Pública benefícios, corporativismo e parcialidade. Trabalho de forma isenta, seja quem for", enfatiza Fábio Abreu. 

Fonte: cidadeverde.com

 

 


03 / 11 / 2017 - as 11:27

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) o feriado de finados registrou 4 acidentes e uma vítima fatal emTeresina. A operação da PRF segue até a noite de domingo (5) com foco uso do cinto de segurança, limites de velocidade e uso do farol durante o dia. Neste feriado não há restrição ao tráfego de veículos pesados nas rodovias federais que atravessam o Piauí.

Segundo o inspetor Barros, da PRF, a maioria dos acidentes registrados até o momento dentro da Operação Finados deixou apenas danos materiais. “Até agora nós já tivemos 4 acidentes, com uma vítima fatal. A vítima fatal foi em um atropelamento de pedestre na zona sul. No mais foram ocorrências normais no estado todo, com danos materiais e lesões leves”, relatou Barros.

O inspetor explicou ainda que houve um aumento no efetivo de policiais rodoviários nas rodovias no Piauí. “Foi feito um reforço em torno de 30% e sempre nessas operações a PRF procura intensificar o policiamento ao longo das rodovias”, pontuou. Segundo o inspetor Barros os motoristas ainda não tem utilizado o farol ligado nas rodovias federais, mesmo durante o dia.

“Ultrapassagens, questão do cinto de segurança e uso do farol. As pessoas ainda não incorporaram que tem de andar com o farol ligado na rodovia”, disse Barros. Neste feriado não acontecem restrições de circulação a veículos com cargas pesadas, mas há preocupação com o retorno dos motoristas. “As pessoas deixam para sair mais tarde e tem problemas na chegada a Teresina com o domingo a tarde e a noite caracterizados como os horários mais críticos”, finalizou.

Fonte: G1Pi

 


01 / 11 / 2017 - as 12:39

Em entrevista coletiva realizada na secretaria estadual de Segurança Pública, o coordenador da Delegacia de Homicídios, Francisco Costa, o Baretta, informou que o capitão da Polícia Militar, Allisson Watson, 37 anos, confessou o assassinato da namorada Camilla Abreu, 21 anos. Ontem (31) o oficial da PM revelou para a Polícia Civil onde o corpo da jovem foi ocultado, no Povoado Mucuim, zona Sudeste de Teresina .

Em depoimento, o capitão tentou desqualificar a estudante, disse que o crime foi motivado por ciúme e alegou que o disparo que atingiu a jovem foi acidental. No entanto, o delegado Baretta assegurou que a Polícia Civil não acredita na versão do PM. 

“A Policia Civil não acredita na versão dele. Apesar de estar acompanhado de advogados que devem ter instruído ele. A dinâmica é totalmente diferente. A defesa diz que foi um tiro acidental. Que ele teve uma discussão com ela e tentou tomar a pistola que ela pegou. A pistola disparou e atingiu ela. A dinâmica mostra diferença no que foi alegado pela defesa  porque os passos dele subsequentes dele foi tentar destruir as provas e ocultar o cadáver”,disse o coordenador da Delegacia de Homicídios.

Allisson contou à polícia que tanto ele como a namorada estavam embriagados no momento da suposta discussão.

O delegado relatou que Camilla foi assassinada entre 2h e 3h da madrugada de quinta-feira (26).  “Às 20h o capitão foi deixar Camilla na faculdade, às 22h foi para o Bar da Brahma, os casal e uma amiga, às  1h:45min foram deixar a amiga em casa e depois Camilla não foi mais vista. O crime aconteceu em um mirante que fica usina Santana”, informa Baretta. 

O delegado geral Riedel Batista esclarece que o crime caracteriza feminicídio no entanto, como houve ocultação de cadáver, o inquérito vai ser concluído na Delegacia de Homicídios.

O secretário estadual de Segurança Pública, Fábio Abreu, garante que o capitão será punido de forma rigorosa. Abreu, que também é capitão da PM, defende, ainda, a expulsão de Alisson Watson dos quadros da Polícia Militar.

“Orientamos os delegados para que eles tenham todas as peças possíveis para que esse indivíduo seja punido rigorosamente. Temos que ter esse caso como exemplo  de que não haverá nenhum tipo de impunidade. E a minha vontade é que ele seja expulso porque a Polícia Militar não pode ter em seus quadros uma pessoa com esse comportamento”, pondera Fábio Abreu.

Banco onde estava Camilla foi trocado

O delegado responsável pelo inquérito, Emerson Almeida, disse que vai ser realizada uma perícia no veiculo do capitão. Foi constatado que o estofado do banco do passageiro do carro, um Corolla ano 2010, foi trocado.

O delegado Emerson informa que na manhã de sexta-feira (27) o capitão Allisson lavou o carro em um posto de lavagem localizado na Avenida Maranhão para tirar o sangue de Camilla do veículo. O Corolla também foi lavado por uma segunda vez em um lava-jato da cidade de Campo maior. 

“Como o carro tinha muito sangue, ele [capitão da PM] alegou no posto de lavagem que tinha atropelado duas pessoas e  prestado socorro a elas”, o delegado Emerson, destacando que  que essa versão também foi rechaçada porque não há nenhuma avaria no veículo.

Delegado Emerson, assim como o delegado Baretta, ressalta que a tese do tiro acidental também não se confirma pelo fato de Allisson ser um capitão da PM, preparado e que conseguiria imobilizar Camilla se ela realmente estivesse com a arma dele. 

O capitão Alisson está detido no presídio militar. A corregedoria da PM garante que, após a finalização do inquérito da Polícia Civil, irá instaurar procedimento administrativo disciplinar contra o oficial. 

Fonte: cidadeverde.com

 

 


01 / 11 / 2017 - as 12:26

O cemitério São Judas Tadeu, no bairro São Cristovão, zona Leste de Teresina, ficou lotado de amigos, curiosos e familiares que foram dar o último adeus a estudante Camilla Pereira Abreu, 21 anos. Ela foi assassinada com um tiro na cabeça. O namorado, o policial militar Allisson Watson foi preso e confessou o crime alegando ciúmes.

O corpo da estudante Camilla Abreu chegou ao cemitério por volta das 9h50 para o enterro. Por conta do avançado estado de decomposição não foi possível um velório. Muita gente aguardava no local. 

Ao ser retirado do carro da funerária, o caixão permaneceu fechado e mesmo assim era possível sentir o odor, o que fez com que o terço fosse rezado fora da capela do cemitério. 

Amigos e familiares choram e fazem orações ao redor do corpo de Camilla. O avô paterno e pai de criação de Camila, o senhor Carlito esteve amparado familiares durante a oração. E as amigas, chorando afirmam “eu te avisei”.

"É tão revoltante.Oh! Minha filha é muito difícil! Oh! Senhor tenha piedade da gente! É sofrimento demais senhor! Oh! Senhor que essa dor passe!", disse o avô Carlito Abreu aos prantos durante a descida do caixão. 

O pai de Camilla, Jean Carlos, disse que desde o dia do desaparecimento de sua filha, na quarta-feira (25), até o sepultamento viveu "dias agonizantes". 

Mesmo abalado com a morte da filha, o pai agradece ao trabalho investigação da Delegacia de Homicídios. 

A família  deseja que o capitão Allisson seja expulso imediatamente dos quadros da polícia militar. 

"Queremos que ele perca a farda", ressalta o pai. 

Jean Carlos também criticou a estratégia de defesa do capitão Allisson, que alegou em depoimento que o tiro que acertou a jovem foi acidental. 

A jovem foi vítima de feminicídio supostamente cometido pelo namorado dela, o capitão da polícia militar Allisson Watson, 37 anos, preso ontem. 

Pessoas que não conheciam Camilla também acompanham o sepultamento. É o caso da dona de casa Marília Mendes, que afirma está muito abalada com o que aconteceu com a estudante. 

"Hoje foi ela, mas amanhã pode ser qualquer outra mulher. Uma menina tão nova.É uma pena", lamenta.

Fonte: cidadeverde.com


31 / 10 / 2017 - as 17:42

O corpo da estudante de direito Camilla Abreu foi encontrado na tarde desta terça-feira (31), no povoado Mucuim que fica próximo ao Posto Fiscal da BR-343, entrada de Teresina. Equipes da polícia Civil e Militar estão no local. 
A estudante de direito Camilla Abreu foi morta com um tiro no rosto pelo namorado, o capitão da Polícia Militar do 8º Batalhão, Alisson Watson, após os dois manterem relação sexual em frente a um estabelecimento comercial em Teresina. A informação foi repassada  pelo coordenador da Delegacia de Homicídios, Francisco Costa, o Baretta, em entrevista ao repórter da Rede Meio Norte Erisnaldo Kaenga, que está no local. 
 
De acordo com as informações repassadas, Camilla Abreu foi morta com um tiro no rosto após sexo com o namorado dentro do carro dele nas proximidades da BR-343, entrada de Teresina. Os dois teriam discutido, momento em que a jovem teria sido atingida pelos disparos. No mesmo local, o policial teria jogado o celular da jovem que foi achado dias depois por um gari em uma lixeira. 
O delegado Emerson, da Delegacia de Homicídios, está em diligências para prender o policial. O pedido de prisão temporária foi expedido pelo juiz Luiz Moura Correia, da Central de Inquéritos. A prisão pode ocorrer a qualquer momento.
 
Baretta já teria imagens do trajeto feito por Camilla Abreu e Alisson Whatson antes do crime. A estudante desapareceu na quarta-feira (25) e desde então a família passou a sofrer por conta da ausência de informações.


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