31 / 10 / 2015 - as 17:42

A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) estima que cerca de 2 milhões de pessoas passem pelos 60 terminais sob sua administração durante o feriado prolongado de Finados. Os dias de maior fluxo deverão ser este sábado (31), com cerca de 380 mil embarques e desembarques, e a terça-feira (3), com 365 mil viajantes.

O número representa aumento de 3,6% em relação ao mesmo feriado em 2014, quando foram registrados 1,91 milhão de passageiros. Nessa conta não estão incluídos os aeroportos de Brasília, Confins, em Belo Horizonte; Galeão, no Rio de Janeiro; e Guarulhos e Viracopos, em São Paulo, concedidos à iniciativa privada.

A concessionária Inframerica, operadora do Aeroporto Internacional de Brasília, estima que 212 mil passageiros passem pelo aeroporto até segunda-feira (2), 47% deles em conexão para outras regiões do país, a maioria para o Nordeste e o Sudeste. A expectativa de maior fluxo era para ontem (30), a partir das 18h, e no retorno do feriadão na segunda-feira, a partir das 17h.

De acordo com a Inframerica, o movimento ontem foi intenso, mas os números oficiais ainda não foram divulgados. Até segunda-feira (2), estão previstos 1.964 voos, entre pousos e decolagens, sendo 18 extras. Apesar do grande volume de pessoas, as operações do aeroporto estão acontecendo dentro da normalidade.

As concessionárias Rio Galeão, que opera o Aeroporto Internacional do Galeão, e Gru Airport, responsável pelo Aeroporto Internacional de São Paulo, não estimaram o número de passageiros que passarão pelos dois terminais neste feriado, mas informaram que o funcionamento é normal, sem imprevistos, neste sábado.

Informações sobre viagens

A Infraero informou que vai reforçar o monitoramento dos aeroportos nos horários de maior movimento. Segundo a empresa, funcionários identificados por um colete amarelo que estampa a frase “Posso Ajudar/May I Help You?”, vão estar nos saguões para tirar dúvidas sobre horários de voos, portões de embarque e outras informações.

Também é possível tirar dúvidas sobre regras e direitos do passageiro e da companhia área no Guia do Passageiro, que pode ser acessado pelo link http://www.infraero.gov.br/images/stories/guia/2015/guia_port.pdf.

Fonte: Agência Brasil

 


14 / 10 / 2015 - as 08:27

Em um dia de turbulências no mercado interno e externo, a moeda norte-americana teve a maior alta diária em quatro anos e voltou a encostar em R$ 3,90. O dólar comercial encerrou esta terça-feira (13) vendido a R$ 3,893, com alta de R$ 0,135 (3,58%). A cotação está no maior nível desde o dia 5, quando tinha fechado a R$ 3,901.

A cotação operou em alta durante toda a sessão. Pela manhã, oscilava em torno de R$ 3,83, mas disparou durante a tarde até encerrar na máxima do dia. Apesar da alta de hoje, a divisa acumula queda de 1,81% em outubro. Em 2015, a alta chega a 46,4%.

O Banco Central (BC) deu continuidade à rolagem de contratos de swap cambial. A autoridade monetária prorrogou o vencimento de 10.275 contratos que venceriam em novembro. Nessa modalidade, o BC não leiloa novos contratos, apenas adia o vencimento dos contratos em circulação.

Além das turbulências, o dólar subiu por causa de dados divulgados hoje, que mostram a desaceleração da economia chinesa. As importações da segunda maior economia do planeta caíram 17,7% em setembro na comparação com o mesmo mês do ano passado.

Como o país asiático é o maior consumidor de matérias-primas do mundo, o recuo pressiona o dólar em países exportadores de commodities (bens primários com cotação internacional), como o Brasil.

Fonte: Agência Brasil

 


07 / 10 / 2015 - as 10:41

A maior Feira de Economia Solidária do Piauí, que reunirá cerca de 100 empreendimentos na praça Pedro II, terá início na próxima quarta-feira (7). O evento, que deve atingir um público de 10 mil pessoas por dia, se estenderá até o dia 9 de outubro e, além da exposição e vendas de produtos, levará aos visitantes uma grande variedade de atividades.

Mais de 10 municípios de diversas regiões do estado irão participar. “Os frequentadores poderão comprar excelentes produtos com ótimos preços. O espaço de comercialização promete ser o ponto alto do evento, que tem por finalidade incentivar essa compra justa”, explica o representante do Fórum de Economia Solidária, Gilmar Pereira.

Segundo o secretário do Trabalho e Empreendedorismo, Gessivaldo Isaías, esse será o maior evento de Economia Solidária já realizado no Piauí. “A Feira será muito importante para a divulgação deste modo de economia justa, sustentável e democrática. Queremos chamar a atenção para esse jeito diferente de produzir e fazer com que ganhe seu espaço no Estado”, destacou o gestor da Setre.

Além da grande variedade de produtos econômicos solidários, os visitantes da feira poderão participar de atividades como palestras, cursos, oficinas, trocas solidárias e conferir as atrações culturais e musicais que irão garantir a diversão durante os três dias. Já estão confirmadas as apresentações da Orquestra Sinfônica, Dandinha e Banda, Bem-the-vi Atrevido, Amauri Jucá, Lene Silva, Ijexa Nagô, Bansa Texano e Sambatom.

O evento, que será aberto ao público, é uma realização da Associação Piauiense de Apoio e Incentivo à ações e Estudos para o Desenvolvimento Sustentável (Aspaiedes), com apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Trabalho e Empreendedorismo (Setre), do Fórum Estadual de Economia Popular e Solidária (Feeps) e Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi).

 


01 / 10 / 2015 - as 08:43

O aumento nas bombas de combustíveis deveria aparecer só no fim de semana, mas desde quarta-feira (30), o consumidor percebeu a diferença no bolso. Em Teresina, o litro da gasolina aumentou em média 0,20 e o Procon irá verificar se há abuso nos valores repassados aos motoristas. 

Em entrevista, o coordenador do Procon, Nivaldo Ribeiro destaca que outro ponto a ser analisado é o preço do combustível na capital e no interior do Estado. 

"A partir de hoje vamos abrir investigação para observar o aumento repassado ao consumidor, se era obrigatório esse acréscimo e por que o preço do combustível em Campo Maior e Piripiri, por exemplo, é menor do que em Teresina. Vamos levantar uma planilha de custos para saber se esse aumento é abusivo e a vigência dele. Diante da crise, só quem paga é consumidor e por isso a partir de hoje, vamos colocar os fiscais na rua", disse Ribeiro. 

Se constatado abuso no valor da gasolina e óleo diesel, será aberto processo administrativo, imputado multa e o proprietário do posto de combustíveis ainda pode incorrer no crime contra a economia popular, explica o coordenador do Procon.

O reajuste autorizado pela Petrobras, nesta semana, foi de 6% para a gasolina e 4% para o diesel.

Consumidores que se sentirem lesados, podem procurar a sede do Procon em Teresina, situado na rua Álvaro Mendes, 2294, Centro, no horário de 7h às 13h30.

Fonte: cidadeverde.com

 


15 / 09 / 2015 - as 08:43

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, informou, há pouco, que o governo pretende criar um tributo nos moldes da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), com alíquota de 0,2%, para elevar a arrecadação e ajudar a fazer superávit primário (economia para pagar os juros da dívida) em 2016. De acordo com Levy, a volta do chamado imposto do cheque proporcionará arrecadação de R$ 32 bilhões.

“Foi considerado que, diante de todas as alternativas de tributos, a prorrogação da vigência da lei original de 1996 da CPMF seria o caminho que traria menor distorção à economia”, disse o ministro, em entrevista coletiva na qual foram anunciados cortes no Orçamento de 2016 e medidas para redução de gastos tributários e aumento de receita. Segundo Levy, o objetivo é que a nova CPMF "não dure mais do que quatro anos".

O ministro da Fazenda destacou que a CPMF é a opção “com menor impacto inflacionário para levantar uma receita desse vulto” e o tributo que pode ser distribuído de maneira mais equitativa entre diversos setores da economia.

Somadas, as medidas para redução de gastos tributários e aumento de arrecadação somam R$ 28,4 bilhões. O valor já inclui um desconto de R$ 5,5 bilhões, que é a previsão de redução na arrecadação para o ano que vem devido à revisão de parâmetros macroeconômicos.

As medidas foram anunciadas com o objetivo de atingir superávit primário de 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e riquezas produzidos em um país), o equivalente a R$ 34,4 bilhões. Com a economia, o governo quer recuperar credibilidade junto aos investidores internacionais.

Em 31 de agosto, o Executivo entregou ao Congresso Nacional a proposta orçamentária para o ano que vem, com previsão de déficit de R$ 30,5 bilhões. Uma semana depois, a agência de classificação de risco Standard & Poor's rebaixou a nota de crédito do Brasil de BBB- para BB+, retirando o grau de investimento do país. O grau é dado a países considerados bons pagadores e seguros para investir.

Fonte: Agência Brasil

 


18 / 08 / 2015 - as 14:22

O Senac, no Piauí, divulgou o edital do Programa Senac de Gratuidade (PSG) para o segundo semestre de 2015. São mais de 2 mil vagas para cursos técnicos, de capacitação e aperfeiçoamento envolvendo os municípios de Teresina, Campo Maior, Valença, Picos, Parnaíba, Floriano e São Raimundo Nonato. 

O Programa Senac de Gratuidade destina-se a pessoas cuja renda per capita não ultrapasse dois salários mínimos federal, na condição de alunos matriculados ou egressos da educação básica e trabalhadores, empregados ou desempregados, priorizando-se aqueles que satisfizerem as duas condições: aluno e trabalhador e que desejam obter o seu primeiro emprego, se requalificar ou abrir o próprio negócio.

As matrículas devem ser feitas presencialmente e por ordem de chegada na sede do Senac de cada município a partir desta segunda-feira (17), conforme cronograma previsto no edital.

Editais no Senac

Mais informações 3228-9500


04 / 08 / 2015 - as 09:54

Depois de ensair uma recuperação em maio, a produção industrial nacional voltou a mostrar resultado negativo ao recuar 0,3% em junho, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou nesta terça-feira (4).

Em relação ao mesmo mês do ano passado, a atividade fabril caiu ainda mais, 3,2%, a 16ª baixa negativa seguida. No semestre, de janeiro a junho, a indústria acumula retração de 6,3%, impactada pela produção de veículos automotores, reboques e carrocerias, que sofreu redução de quase 21%.

Apesar de todas as taxas serem negativas em junho, o recuo de 5% no acumulado em 12 meses apresentou uma perda menos intensa do que a observada em maio, -5,3%, e interrompeu a trajetória descendente iniciada em março de 2014, apontou o IBGE.

“A produção volta a operar no campo negativo na margem da série, após ter tido movimento de maior expansão no mês anterior, ainda assim era movimento de redução de ritmo da produção industrial. Até porque ele [o crescimento de 0,6% em maio] tão pouco eliminava, revertia trajetória descendente que a produção industrial vinha demonstrando. Ou seja, a entrada de mais um resultado negativo mantém aquela leitura que já vem mostrando menor ritmo, trajetória descendente há um tempo”, analisou André Luiz Macedo, gerente da Coordenação de Indústria do IBGE.

Tipos de produção
De maio para junho, o que mais influenciou negativamente a queda do indicador foram máquinas e equipamentos (-7,2%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-12,7%), além de veículos automotores, reboques e carrocerias (-2,8%).

“São atividades que vêm observando comportamento de redução de jornada de trabalho, férias coletivas, suspensão de contratado de trabalho, tentativas de reduzir a produção para adequar a produção corrente, a demanda e o estoque.”

Contribuíram para que a queda não fosse ainda maior os desempenhos da indústria de produtos alimentícios, que cresceu 3%, e dos setores de bebidas (3,6%) e de perfumaria, sabões, detergentes e produtos de limpeza (1,7%).

“Muito desse crescimento [3% dos alimentos] tem relação do complexo de carnes, mais especificamente do setor de aves, que vem mostrando impulso maior. Pode ter relação importante com o próprio aumento da carne bovina, deslocamento de consumo, exportações da carne de aves vem mostrando incremento importante, então, está na base da explicação do movimento mais recente do setor de alimentos.”

Entre as categorias econômicas, recuaram bens de consumo duráveis (-10,7%) e bens de capital (-3,3%), "influenciadas, em grande parte, pela menor produção de automóveis e eletrodomésticos, na primeira, e de caminhões, na segunda.".

Fonte: G1


03 / 08 / 2015 - as 10:26

Com 345 mil postos formais de trabalho extintos nos seis primeiros meses do ano, a economia brasileira deve acelerar a diminuição de empregos no segundo semestre. Segundo estudo do Conselho Federal de Economia (Cofecon) divulgado nesta semana, o país deve encerrar o ano com 1 milhão de vagas com carteira assinada a menos.

Com base no estudo, a entidade recomenda ações de longo prazo para reativar o mercado de trabalho. Para a entidade, os sucessivos reajustes da taxa Selic, juros básicos da economia, estão provocando impacto direto sobre a geração de empregos nos últimos anos. Nos últimos 12 meses, o efeito intensificou-se, resultando na extinção de postos de trabalho.

De acordo com o levantamento, o início do ciclo de elevação dos juros básicos, em abril de 2013, coincidiu com a redução da geração de empregos, conforme as estatísticas do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgadas pelo Ministério do Trabalho. Naquela época, a Selic estava em 7,25% ao ano, no menor nível da história, e passou a ser reajustada com alguns intervalos de estabilidade, desde então.

A partir do segundo semestre do ano passado, quando o país passou a fechar mais postos de trabalho do que criou, a situação agravou-se. Na época, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) segurou a taxa básica, deixando para aumentar a Selic somente após o segundo turno das eleições presidenciais. De lá para cá, foram sete aumentos consecutivos, que elevaram a Selic para 14,25% ao ano, no maior nível desde outubro de 2006.

No segundo semestre do ano passado, o país fechou 176 mil postos de trabalho com carteira assinada. Nos seis primeiros meses deste ano, o fechamento aumentou para 345 mil vagas. Para o Cofecon, a maior extinção de emprego indica que o reajuste da taxa Selic foi maior que o ideal, passando a sufocar a economia.

“Os ajustes de curto prazo da política econômica têm tido reflexo direto nas condições de vida de grande parte da população, concomitante à ausência de um projeto que contemple políticas capazes de pavimentar uma trajetória sustentada de crescimento”, destacou o Cofecon em nota.

Para a entidade, a redução da taxa Selic representa apenas uma parte do processo para revigorar o mercado de trabalho. Entre as outras medidas defendidas pelo Conselho Federal de Economia estão investimentos em infraestrutura, com destaque para a retomada do programa de concessões; simplificação tributária; redução da burocracia; condições favoráveis de crédito a setores que sejam grandes geradores de emprego; além de incentivos à ciência, tecnologia e inovação.

O Cofecon também defende o aumento da competição entre os bancos, com a adoção de medidas que reduzam o spread bancário – diferença entre as taxas pelas quais as instituições captam recursos e as taxas com que emprestam ao consumidor. O indicador é considerado a principal fonte de lucro dos bancos. “É recomendável a adoção de medidas que reduzam o spread bancário e estimulem a concorrência no setor, na medida em que causa espécie o aumento dos lucros dos bancos em meio à gravidade da atual crise”, destaca o comunicado da entidade. 

Fonte: Agência Brasil

 



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