27 / 06 / 2015 - as 11:13

As tarifas de transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros será reajustada em 7,7% a partir do dia 1º de julho de 2015. A autorização foi publicada hoje (26) pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) no Diário Oficial da União.

De acordo com a resolução da ANTT, os novos valores serão aplicados sob a justificativa de “manter o equilíbrio econômico-financeiro das permissionárias [empresas que possuem permissão ou licença, autorizadas pela justiça] e autorizatárias [empresas autorizadas pela ANTT a prestar temporariamente o serviço, ainda que sem a realização de processo licitatório]” desse tipo de transporte.

O reajuste não será aplicado para transportes rodoviário interestadual e internacional semiurbano. Nesse caso, as tarifas são determinadas de forma diferenciada por meio de ato específico.

Para definir os novos valores, a agência adotou coeficientes tarifários máximos a partir de cálculos que levam em consideração elementos como itens de custos (instalações, equipamentos, pessoal, depreciação de material, remuneração de capital, combustíveis, lubrificantes, pneus, peças, acessórios e administração), parâmetros operacionais (percurso médio anual, índice de aproveitamento, lotação média da frota e fator redutor de encomendas) e adicionais de incidente (tributos, seguros, gratuidades instituídas por lei).

Fonte: Agência Brasil. 

 


26 / 06 / 2015 - as 13:41

Desde o último mês de maio, Campo Maior e região contam com uma moderna e exclusiva revenda Volkswagen na região dos carnaubais, onde é possível conferir os recém- lançamentos da marca. Trata-se da Alemanha Veículos que, com grande atuação em Teresina, chega ao interior piauiense prometendo oferecer à população as melhores formas de comprar seu veículo zero quilometro.

O potencial econômico de Campo Maior e região foi o motivo decisivo para a instalação da Alemanha Veículos no município. A concessionária está ampliando seus negócios nos principais municípios do Piauí. 

Gerente Jordânio Pessoa

 Localizada à Avenida Heróis do Jenipapo, nº 432, a Alemanha Veículos conta com show room, onde são expostos os diversificados modelos de veículos da marca Volkswagen. A concessionária funciona das 07h30min às 18h00min, sem intervalo de almoço.

Loja Alemanha Veículos de Campo Maior

Segundo o gerente da loja, Jordânio Pessoa, a concessionária será, em breve, completa, realizando serviços pós-venda, que inclui assistência técnica aos clientes da marca. “Futuramente, a gente tem o planejamento de tá atingindo o público de pós-venda, que é aquele cliente que já tem um Volkswagen e que tem a necessidade de fazer as suas revisões periódicas, seu alinhamento, balanceamento, que é muito deficiente aqui na região”, disse Jordânio.

 

Matéria/Fotos: Cleto Cavalcante


25 / 06 / 2015 - as 10:41

RIO - A taxa de desemprego ficou em 6,7% em maio, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), do IBGE, que inclui dados de seis regiões metropolitanas (Rio, São Paulo, Belo Horizonte, Recife, Salvador e Porto Alegre). É maior taxa para o mês desde 2010, quando foi de 7,5%. Em abril, a taxa já havia subido de 6,2% em março para 6,4%, a maior desde maio de 2011. Em maio de 2014, a taxa foi de 4,9%.

Considerando toda a série histórica — e não apenas os meses de maio —, a taxa de desemprego de maio foi a maior desde agosto de 2010, quando também foi de 6,7%. O resultado veio acima das previsões do mercado. Segundo a média das estimativas de 27 economistas ouvidos pela agência Bloomberg, a projeção era de que o desemprego em maio chegasse a 6,6%. Mas o IBGE informa que considera estabilidade a elevação de 0,2 ponto percentual de abril para maio.

O rendimento médio real caiu 1,9% em relação a abril, para R$ 2.117,10. Na comparação com maio do ano passado, a queda foi de 5%. A queda frente a abril foi a quarta seguida neste tipo de comparação. Em abril de 2015, a renda média real era de R$ 2.158,74. Já em maio do ano passado o valor era de R$ 2.229,28. A massa de rendimento médio habitual recuou 1,8% frente a abril e 5,8% em relação a maio de 2014, para R$ 48,9 bilhões.

Foi o forte aumento da população desocupada frente ao ano passado que explicou a alta do desemprego nessa comparação. O crescimento de 38,5% da população desocupada entre maio de 2014 e maio de 2015 é a maior taxa de expansão anual desse indicador em toda a série histórica da Pesquisa Mensal de Emprego, que teve início em março de 2002.

— Esse aumento tão significativo do desemprego frente a maio de 2014, de 1,8 ponto percentual, é resultado da alta de 38,5% da população desocupada nesse período — explicou a técnica do IBGE Adriana Beringuy.

EXPANSÃO DO EMPREGO INFORMAL

Frente a abril, a população desocupada avançou 4,8%, o que também é considerado estabilidade pelo IBGE. Significa que, em um ano, 454 mil pessoas passaram a fazer parte da população desocupada. A população desocupada reunia 1,633 milhão de trabalhadores nas seis regiões metropolitanas em maio.

— A taxa de desemprego ficou estável em relação a abril, mas é maior que a taxa de maio de 2014. Temos uma estabilidade na comparação com o mês anterior, mas aumento em relação ao ano passado. O que levou à estabilidade foi que tanto a ocupação quando a desocupação não tiveram variações estatisticamente significativas.

O número de trabalhadores com carteira assinada diminuiu em 213 mil em relação a maio do ano passado, o que significa uma queda de 1,8%. Em comparação a abril, houve alta de 0,2%, também considerada estabilidade. Eram 11,514 milhões de trabalhadores com carteira de trabalho assinada em maio, ou 50,5% da população ocupada.

Houve expansão do emprego informal, sem carteira assinada. A alta foi de 2,9% frente a abril, de 55 mil pessoas, e de 0,4% em relação a maio de 2014, ou nove mil pessoas. Ambas as variações, no entanto, são consideradas estabilidade pelo IBGE.

Já o contingente de trabalhadores por conta própria aumentou em 136 mil pessoas frente a maio de 2014, ou 3,2%. Na comparação com abril, houve queda de 0,9%, ou 41 mil pessoas a menos.

A população ocupada foi de 22,78 milhões de pessoas em maio, o que significa 155 mil pessoas a menos que em maio de 2015, ou 0,7% inferior. Na comparação com abril, houve aumento de 19 mil pessoas, ou 0,1%.

AUMENTO EM QUATRO REGIÕES

Quatro das seis regiões metropolitanas (Recife, Belo Horizonte, São Paulo e Porto Alegre) tiveram alta na taxa de desemprego na passagem entre abril e maio, embora o IBGE considere que as variações nas seis regiões não foram estatisticamente significativas.

Na comparação com maio de 2014, no entanto, houve avanço expressivo nas taxas. Em Porto Alegre, o desemprego quase dobrou, de 3% para 5,6%. Em Salvador avançou de 9,2% para 11,3%, enquanto em Belo Horizonte a taxa passou de 3,8% para 5,7%.

Fonte: O Globo


23 / 06 / 2015 - as 08:38

O percentual de devolução de cheques pela segunda vez por insuficiência de fundos foi  2,29% no mês passado, de acordo com o Indicador Serasa Experian de Cheques sem Fundos. Em abril, o percentual havia sido 2,26%. Em maio do ano passado, a inadimplência com cheques foi 2,17%.

De acordo com o levantamento, a devolução de cheques em maio foi a maior dos últimos seis anos para meses de maio, e a terceira maior de toda a série histórica, iniciada em 1991, perdendo apenas para maio de 2009 (2,52%) e maio de 2006 (2,37%).

Segundo economistas da Serasa Experian, a elevação da inadimplência com cheques em maio e ao longo de todo ano é reflexo da alta da inflação, das taxas de juros e do desemprego, que afetam a capacidade de pagamento dos consumidores em todas as suas formas.

Fonte: Agência Brasil


23 / 06 / 2015 - as 08:37

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou ontem (22) boletim de comercialização de hortigranjeiros e frutas nas centrais de Abastecimento (Ceasas) de São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Vitória e do Rio de Janeiro, bem como nos principais entrepostos regionais do país. Com base na variação de preços dessas praças, a Conab destaca que houve aumento considerável nos preços do tomate e da cebola, nas últimas semanas, mas que a entrada das safras de cebola do Vale do São Francisco e do tomate, safra da seca, vem diminuindo a pressão de alta. E a tendência é de queda dos preços.

A Conab ressalta que as frutas mais comercializadas nas principais Ceasas também apresentam tendência de queda nos preços. Contribuem para isso a grande oferta de banana nanica e os valores em baixa da laranja e do mamão. Em contrapartida, a comercialização das hortaliças não tem comportamento uniforme.

Segundo o gerente de Modernização do Mercado Hortigranjeiro da Conab, Newton Araújo Silva Júnior, algumas hortaliças tiveram redução de oferta no mercado, com consequente aumento de preços. O tomate, por exemplo, sofreu com a crise hídrica desde o inicio do ano, atrasou e diminuiu o plantio e a qualidade do produto caiu. A cebola também sofreu com os efeitos climáticos e atrasou a produção, principalmente na região de São Gotardo e Uberaba, em Minas Gerais, e não teve a qualidade esperada, além de perda significativa em Santa Catarina, disse ele.

De acordo com a Conab, o preço médio da batata, que apresentava forte tendência de queda, recuperou-se nos mercados de Minas Gerais, do Espirito Santo e do Rio de Janeiro. O aumento localizado de preços pode ser explicado pela falta temporária na oferta, causada pelo encerramento da safra das águas, em maio, e o pico de produtividade da safra das secas, esperado para este mês, quando mais da metade da safra deverá ser colhida.

O preço da  alface também caiu em todas as centrais de abastecimento pesquisadas – a queda chegou a 58% na Ceagesp-ETSP. Já o preço médio da cenoura continua apresentando elevação em quase todos os principais mercados atacadistas do país, devido ao cenário de baixa oferta.

Fonte: Agência Brasil


22 / 06 / 2015 - as 09:52

O casal de jornalistas Kattia Rodrigues e Pedro Borges acompanhados do radialista Marcelo Costa estiveram neste sábado, dia 20, visitando a melhor churrascaria da região dos carnaubais, a Churrascaria O Doca, que além de proporcionar um ambiente agradável para toda família dispõem também de um ótimo atendimento.

A Churrascaria O Doca coloca a disposição dos seus clientes o cardápio mais típico da região: galinha caipira, capote, peixada e uma deliciosa Maria Isabel. Está localizada na comunidade Fazendinha na Avenida Chiquinho Gomes zona rural de Campo Maior.

 

Telefone para contato: 9 9501-1180

por.Livia Ibiapina


22 / 06 / 2015 - as 09:39

Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) esperam por inflação e juros básicos mais altos e maior queda na economia, este ano. De acordo com a pesquisa semanal do BC, a projeção de analistas do mercado financeiro para a inflação, medida pela Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), subiu pela décima semana seguida. Desta vez, a estimativa passou de 8,79% para 8,97%. Para 2016, a estimativa segue em 5,50%, há cinco semanas. A inflação este ano deve estourar o teto da meta, que é 6,5%. O centro da meta é 4,5%.

Para tentar frear a alta dos preços, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC tem elevado a taxa básica de juros, a Selic. No último dia 3, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC elevou a Selic, pela sexta vez seguida, para 13,75% ao ano. Com o reajuste, a Selic retornou ao nível de janeiro de 2009. Para as instituições financeiras, a Selic vai chegar ao final de 2015 em 14,25% ao ano. A projeção da semana passada era 14% ao ano. No final de 2016, a Selic deve ficar em 12% ao ano.

A taxa é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve como referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o BC contém o excesso de demanda que pressiona os preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando reduz os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas alivia o controle sobre a inflação.

Embora ajude no controle dos preços, o aumento da taxa Selic prejudica a economia, que atravessa um ano de recessão, com queda na produção e no consumo.

A expectativa das instituições financeiras para a retração da economia, este ano, passou de 1,35% para 1,45%. Essa é a quinta piora seguida na estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Para o próximo ano, a projeção de crescimento passou de 0,9% para 0,7%. Na avaliação do mercado financeiro, a produção industrial deve ter uma queda de 3,65%, este ano, e crescimento de 1,5%, em 2016.

A pesquisa do BC também traz a projeção para a inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), que subiu de 7,08% para 7,31%, este ano. Para o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), a estimativa passou de 6,94% para 7%, em 2015. A estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe) subiu de 8,39% para 8,45%, este ano.

A projeção para a cotação do dólar segue em R$ 3,20, ao final de 2015, e subiu de R$ 3,30 para R$ 3,40, no fim de 2016.

Fonte: Agência Brasil

 


15 / 06 / 2015 - as 09:46

A legislação que estabelece os incentivos fiscais no Piauí favorece o aumento do número de empreendimentos que estão se instalando no estado. E essa é uma realidade que vem sendo registrada pela Junta Comercial do Piauí (Jucepi), que contabiliza a abertura de 7.607 empresas somente nos primeiros cinco meses de 2015. Apenas no mês de maio, 1.420 empreendimentos entraram em atividade. Um dado que chama a atenção é de que os microempreendedores individuais (MEIs) respondem por 80% das novas empresas constituídas no estado.

De janeiro a maio de 2014, foram abertas 7.473 empresas. Durante todo o ano de 2014, foram constituídos 16.359 empreendimentos. Os números também indicam que foram baixadas 1.139 empresas, isto é, menos de 7% do total de constituições no ano. O estado acumula 128.213 empresas ativas. Desse total, 93,3%, ou seja, 119.563 são micro e pequenas empresas. O levantamento, realizado pela Jucepi, aponta que mais de 50% das novas empresas foram estabelecidas em Teresina. No interior, os municípios que se destacam são Parnaíba, Picos, Floriano e Piripiri.

De acordo com a presidente da Jucepi, Alzenir Porto, o mercado está descobrindo o Piauí como um grande potencial. “Saímos daquela visão de que somos um estado pobre. Agora somos um estado de oportunidades, na visão dos investidores que aqui chegam. O empresário tem no Piauí uma condição totalmente favorável. O governador Wellington Dias está buscando esses investidores, trazendo para o estado e dando os incentivos para que se instalem. Então, o momento é de crescimento”, explica a presidente.

O Governo do Estado, através da sua política de incentivos fiscais, abre as portas para os investimentos. Felipe Salha, auditor fiscal da Secretaria de Estado da Fazenda, revela que o Piauí vem buscando empresas de fora e oferecendo condições favoráveis e incentivos fiscais, para que esses empreendedores invistam no Piauí, gerando desenvolvimento, emprego e renda.

“Temos uma das legislações mais avançadas no Brasil para investimento, o que já possibilitou várias conquistas para o Estado do Piauí. Já conseguimos este ano gerar 150 empregos diretos, 665 indiretos e investimento de 4 milhões e 850 mil reais, através de duas empresas em Teresina, uma em picos, outra em Parnaíba e uma em Esperantina”, enumera Felipe Salha.

Segundo o auditor, há ainda a modalidade “ampliação”, com duas empresas que já estão gerando 26 empregos diretos e 130 indiretos, num investimento de quase R$ 2 milhões. “Em 2015, estamos fazendo a renovação com a prorrogação desses benefícios que estavam contemplados até dezembro de 2014. Todas as empresas que tinham benefícios nesse período foram contempladas com a prorrogação até 2030.”

O secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico e Tecnológico, José Icemar Lavor Nery, Nerinho, explica, de contrapartida, que as empresas beneficiadas com incentivos fiscais destinam 2% do seu faturamento para o Fundo Industrial do Piauí, para que sejam desenvolvidas obras no polo empresarial norte e no distrito industrial sul da capital. “Esse fundo deve gerar algo em torno de 7 milhões em 2015. No polo empresarial norte, estamos fazendo uma estrada e no polo industrial sul vai ser criado o porto seco, que custa em torno de 8 milhões de reais”, explica.

Nerinho destaca ainda que o governador Wellington Dias trabalha para levar polos industriais para o interior do estado. “Já temos projeto para criação de polos em Parnaíba, Picos, Floriano e Bom Jesus, para que possamos também migrar empresas para o interior”, frisa.

 



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